Balada sertaneja romântica contemporânea, violão de aço dedilhado na abertura, piano discreto e baixo macio sustentando os versos; bateria leve e sanfona entrando gradualmente no pré-refrão, refrão amplo com violões abertos e harmonias vocais suaves; interlúdios instrumentais curtos de sanfona e guitarra; ponte reduzida a voz e violão antes do refrão final cheio; vocal principal masculino emotivo, português brasileiro claro, interpretação íntima e sincera; mix quente, orgânico e polido, dinâmica crescente sem exagero.
5:45
Balada sertaneja romântica contemporânea, violão de aço dedilhado na abertura, piano discreto e baixo macio sustentando os versos; bateria leve e sanfona entrando gradualmente no pré-refrão, refrão amplo com violões abertos e harmonias vocais suaves; interlúdios instrumentais curtos de sanfona e guitarra; ponte reduzida a voz e violão antes do refrão final cheio; vocal principal masculino emotivo, português brasileiro claro, interpretação íntima e sincera; mix quente, orgânico e polido, dinâmica crescente sem exagero.
5:31
Policy version: pending
Prompt:
[Intro] A luz da cozinha acesa até tarde Dois pratos na mesa, silêncio no chão Seu “boa noite” chega sem vontade E o meu fica preso na garganta, em vão [Interlúdio instrumental curto] [Verso 1] A gente se cruza no corredor Como quem tem medo de se encontrar Tem cobertor, tem teto, tem calor Mas falta um abraço pra casa esquentar Na mesma cama, dois sonhos virados Cada um se escondendo no próprio lençol Nós dois tão perto, mas tão separados Dividindo a noite e perdendo o sol Eu sei que o tempo mudou nosso jeito Mas ainda reconheço o seu olhar Tem um pedido de amor no seu peito Que o meu orgulho não deixa escutar [Pré-refrão] Quando foi que o beijo virou costume? Quando o “eu te amo” deixou de chegar? Tem tanta palavra escondida no ciúme E um silêncio fazendo a casa gritar Se a saudade mora do nosso lado Por que a gente insiste em se afastar? [Refrão] Eu quero você de volta pra perto Não só no espaço, mas no coração Quero o teu beijo quebrando o silêncio E a nossa coragem pedindo perdão Se ainda existe amor debaixo da cinza Sopra essa brasa, não deixa apagar Melhor chorar tentando a vida juntos Que sorrir sozinho no mesmo lugar [Interlúdio instrumental curto] [Verso 2] Eu já decorei seus passos na sala Mas desaprendi seu jeito de olhar Sei quando a saudade disfarça na fala E finjo coragem pra não perguntar O orgulho sentou entre nós dois Fez do menor gesto uma guerra sem fim Mas por trás da distância e do depois Ainda tem você chamando por mim Na fotografia, um tempo risonho Ainda ilumina o móvel da sala A gente perdeu o caminho do sonho Mas não apagou o que a memória fala [Ponte] Se ainda há um resto de nós nessa casa Não deixa o silêncio vencer Eu não quero só dividir o teto Quero dividir a vida com você Eu venho sem orgulho e sem defesa Com o coração na palma da mão Se você disser “fica”, eu fico Se disser “recomeça”, eu digo que sim [Interlúdio instrumental curto] [Refrão final] Eu quero você de volta pra perto Com a verdade na voz, sem disfarçar Quero o teu beijo quebrando o silêncio E a coragem dos dois pra ficar Se ainda existe amor debaixo da cinza Hoje a gente sopra pra ele acordar Melhor chorar tentando a vida juntos Que sorrir sozinho no mesmo lugar [Final] A casa respira um silêncio diferente Seu ombro encosta no meu devagar Ainda há medo, mas há uma semente E um jeito de a gente recomeçar Tão perto... tão distantes... Mas com vontade de voltar a amar.