Raw Portuguese gothic metal / alternative doom metal / garage heavy metal. Male vocals, intense, raw, emotional and furious. The song must sound heavy, pulsing, aggressive and cathartic, with distorted guitars, pounding drums, thick bass and a dark underground atmosphere. No pop polish, no softness, no romantic tone. The lyrics should feel like a brutal declaration of identity from a man who tried to contain himself, fit in and become acceptable, but now fully embraces his instinct, hunger, chaos, art and inner beast. Themes of teeth, iron, cages, cracked concrete, blood on fingers, thunder trapped in the chest, pressure, instinct and becoming fully alive.
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Raw Portuguese gothic metal / alternative doom metal / garage heavy metal. Male vocals, intense, raw, emotional and furious. The song must sound heavy, pulsing, aggressive and cathartic, with distorted guitars, pounding drums, thick bass and a dark underground atmosphere. No pop polish, no softness, no romantic tone. The lyrics should feel like a brutal declaration of identity from a man who tried to contain himself, fit in and become acceptable, but now fully embraces his instinct, hunger, chaos, art and inner beast. Themes of teeth, iron, cages, cracked concrete, blood on fingers, thunder trapped in the chest, pressure, instinct and becoming fully alive.
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Prompt:
[Intro] [instrumental] [feedback] [breathing] [crescendo] [Verse 1] Passei tempo demais Tentando não pesar Cortando as pontas do que em mim Nasceu pra atravessar Aprendi a baixar a voz Pra não ferir ninguém Mas toda vez que eu me diminuía Alguma coisa em mim caía também Tentei caber na forma Tentei aceitar a grade Mas viver pequeno assim É outra forma de covardia Tem ferro na minha fome Tem bicho no meu pulmão Tem um trovão batendo os dentes Preso no meu coração [Pre-Chorus] E eu cansei De parecer seguro Quando tudo em mim Pedia o escuro [Chorus] Eu não vim pra ser manso Nem pra baixar a cabeça Tenho bicho demais em vigília Pra morrer dentro da cerca Eu não vim pra ser manso Nem pra viver por perdão Tem sangue demais nos meus dedos Pra chamar isso de contenção Se o mundo quer me domesticado Então que aprenda a me encarar Porque eu nasci com coisa demais Pra me deixar domesticar [Verse 2] Eu sei o gosto do freio Eu sei o peso da mão Eu sei o que é viver com a alma Rangendo dentro da contenção Mas toda jaula bem cuidada Ainda continua sendo jaula E todo homem que se cala demais Apodrece vivo por dentro e falha Eu não quero paz comprada Nem conforto que me apague Prefiro a carne em combustão Do que a vida em embalagem Se tem monstro em mim Então deixa ele acordar Porque tudo que eu reprimi Voltou querendo me rasgar [Pre-Chorus] E eu cansei De parecer seguro Quando tudo em mim Pedia o escuro [Chorus] Eu não vim pra ser manso Nem pra baixar a cabeça Tenho bicho demais em vigília Pra morrer dentro da cerca Eu não vim pra ser manso Nem pra viver por perdão Tem sangue demais nos meus dedos Pra chamar isso de contenção Se o mundo quer me domesticado Então que aprenda a me encarar Porque eu nasci com coisa demais Pra me deixar domesticar [Bridge] Quebra O concreto da garganta Quebra A costela da prisão Eu quero o peso inteiro Da minha própria pulsação Eu quero o nome bruto Da minha própria combustão Se eu tiver que arder Que seja até virar visão Mas eu não volto mais Pra dentro da contenção [Breakdown / Final Chorus] EU NÃO VIM PRA SER MANSO NEM PRA BAIXAR A CABEÇA TENHO BICHO DEMAIS EM VIGÍLIA PRA MORRER DENTRO DA CERCA EU NÃO VIM PRA SER MANSO NEM PRA VIVER POR PERDÃO TEM SANGUE DEMAIS NOS MEUS DEDOS PRA CHAMAR ISSO DE CONTENÇÃO SE O MUNDO QUER ME DOMESTICADO ENTÃO QUE APRENDA A ME ENCARAR PORQUE EU NASCI COM COISA DEMAIS PRA ME DEIXAR DOMESTICAR [Outro] Eu quase morri tentando caber Agora vai ter que sobrar de mim